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Consumo
de margarina vinculado ao baixo QI de crianças
12 de Fevereiro,
2010, Revista Americana Notícias Naturais
Um estudo recente, sobre as
influências da alimentação
em relação ao QI, revelou uma
conexão surpreendente: crianças
que ingeriram margarina regularmente, tiveram
um desempenho significativamente menor nos testes
de inteligência do que as crianças
que não ingeriram o produto.
O estudo foi conduzido por pesquisadores
da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia,
e publicado na revista Intelligence.
Os pesquisadores estudaram a
relação entre a ingestão
de alimentos e o desempenho nos testes de inteligência
de crianças nascidas em meados da década
de 1990.
"Nós encontramos
uma série de fatores alimentícios
que podem ser, de fato, associados ao quociente
de inteligência", disseram os pesquisadores.
"A
associação entre o consumo de
margarina e o desempenho nos testes de QI foi
o nosso mais consistente e curioso achado."
Após considerarem outros fatores que
poderiam influenciar o QI, como s posição
socioeconômica, os pesquisadores descobriram
que crianças, entre 3 e 3 anos e 1/2
de idade que ingeriram margarina diariamente,
marcaram três pontos a menos nos testes
de QI que aquelas com menor consumo de margarina.
Já crianças com 7 anos de idade,
que consumiram margarina, apresentaram em média
seis pontos a menos nos testes de QI em relação
as outras crianças. Isso, no entanto,
ocorreu apenas em crianças que nasceram
com baixo peso, sugerindo que os cérebros
menos favorecidos podem ser mais vulneráveis
aos problemas ligados à alimentação.
Contudo, o fato do estudo ter sido correlacional,
impediu os investigadores a determinarem com
precisão as causas da diferença
entre o QI dos dois grupos de crianças.
Eles suspeitam, no entanto, que o agente
causador dessa diferença entre QIs pode
ter sido a gordura trans, também conhecida
como óleos hidrogenados.
Formada pela adição de átomos
de hidrogênio em óleos vegetais
insaturados, a gordura trans têm uma vida
útil mais longa e se apresenta mais sólida
em temperatura ambiente do que os óleos
vegetais naturais. Em meados dos anos 1990,
as margarinas foram feitas com até 17%
de gordura trans. Nos últimos
anos, no entanto, os cientistas descobriram
que além de não ter nenhum valor
nutricional a gordura trans também aumenta
drasticamente o risco de ataque cardíaco
e morte para quem a consome.
A maioria das margarinas contém
agora cerca de 1% de gordura trans.
Sian Porter da Associação
Dietética Britânica observou que,
enquanto a margarina tende a ser mais saudável
que a manteiga, o uso de ambos deve ser de baixo
consumo.
Dicas do nosso site:
Substitua a margarina e manteiga por
azeite ou óleo de coco. De preferência
o óleo de coco deve ser usado
para cozinhar pois oferece muitos benefícios
a saúde. Se cozinhando em alta temperatura
certifique-se de comprar o óleo
de coco orgânico indicado para
suportar altas temperaturas.
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