Temos
recebidos vários emails sobre a planta
brasileira Aveloz, ou Avelós. Aqui
estão alguns abaixo:
Via email:
Olá! O aveloz
cuida da artrite reumatóide?
Considerando que é uma doença
com processo infamatório?
Resposta:
O Aveloz tem efeitos tóxicos
também. Nós não vendemos
ele porque há maneiras melhores. O que
oferecemos no site sao suplementos mais potentes.
Via email (B):
vc já ouviu falar nessa
planta AVELOZ, dizem que ela
é muito bom para cancer vcs aprovam?
Resposta (B):
Ele é um suplemento
tóxico, por isso não apoiamos
não.
Os suplementos que vendemos
no site são muito mais potentes. O Poly-MVA
ou o Carnivora por exemplo são naturais,
sem efeitos colaterais, e muito mais potentes.
Portanto há maneiras melhores de tratar
o cancer do que tomar um suplemento com efeitos
tóxicos.
Via email (C):
Estou tomando o AVELOZ
em conjunto com os outros suplementos
do site, tem problema?
Resposta (C):
O Aveloz
você deve parar de tomar. O aveloz é
tóxico e os outros suplementos naturais
que você está tomando são
muito melhores.
Aprenda
mais sobre o Aveloz, Avelós
(artigo da internet)
Família:
Euphorbiaceae.
Sinonímia Botânica:
Euphorbia rhipsaloides Lem., E. Viminalis Mill.
Nomes Vulgares: Avelós,
coroa-de-cristo, espinho-de-cristo, espinho-de-judeu,
espinho-italiano, árvore-de-são-sebastião,
pau-sobre-pau.
Descrição
Botânica: Arbusto grande, semi-lenhoso,
de 3-5 m de altura, lactescente, com inúmeros
ramos verdes, suculentos, cilíndricos,
praticamente sem folha. As flores são
pequenas, raras e chegam a passar despercebidas.
Ecologia/Fenologia:
Usada a pleno sol, prefere solo arenoso
e rico em matéria orgânica (bem
adaptada a solos secos e pobres), clima quente
e úmido.
Parte Tóxica:
Látex.
Principio Ativo:
Toxalbumina (4-deoxygenol).
Dose Letal:
Não encontrada em literatura.
Principais Sintomas
em Caso de Intoxicação:
Intensa queimação, (keratconjutivite),
pálpebras inchadas, dor ardente do globo
ocular, visão borrada, erosão
do epitélio córneo, acuidade visual
diminuída, fotofobia, cegueira temporária.
Antídoto/Tratamento:
Ver Euphorbia milii.
Outros Usos/Observações:
Na África Oriental o uso medicinal indevido
do látex ocasionou mortes
Cientistas e médicos
brasileiros estão testando em humanos
o potencial de uma erva amazônica para
o tratamento do câncer. Provavelmente
seja a primeira vez que o Brasil submete um
medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional,
aos rigorosos testes médicos para a aprovação
de uma nova droga.
A planta é a avelós
(nome científico Euphorbia tirucalli),
típica das regiões norte e nordeste
do País. Sua ação medicinal
já era mencionada na cultura popular,
o que motivou a indústria farmacêutica
a analisar sua ação em células
em cultura e em animais. Os resultados foram
bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância
age nas células do câncer induzindo
a apoptose - uma espécie de suicídio
celular. "É o que chamamos de morte celular
programada", explicou ao G1 Auro Del Giglio,
gerente do programa integrado de oncologia do
Hospital Israelita Albert Einstein e um dos
coordenadores do estudo. "Em células
normais, é um procedimento que acontece
para a renovação das células,
com as antigas dando lugar às novas.
Mas nas células do câncer isso
quase nunca acontece, e a idéia é
exacerbar essa tendência."
Com isso, a droga tem o potencial
para, caso não haja a regressão,
pelo menos conter ou reduzir o avanço
da doença, induzindo a apoptose de muitas
das células do tumor. Não custa
lembrar que o câncer é basicamente
um agrupamento de células que se rebelaram
contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente
e consumindo os recursos do organismo todo em
prol de seu próprio crescimento. Simples
de descrever, dificílimo de tratar.
Sem apressar conclusões.
In vitro, a droga funcionou
contra colônias de células
de câncer de mama, melanoma e outros tipos
de tumor. Mas ainda não
dá para dizer que o remédio vá
funcionar em humanos. "Nesse primeiro
estudo, de fase 1, o que a gente faz é
descobrir a dose certa", diz Del Giglio. "É
um estudo para identificar a toxicidade e a
segurança do medicamento."
No momento, cinco pacientes
estão passando por esse procedimento
no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia
é concluir o estudo até o fim
do ano e iniciar a fase 2 - que envolve um grupo
maior de pacientes com o objetivo de identificar
o real potencial da droga como tratamento para
tipos específicos de tumores- em 2009.
A partir daí, os cientistas
já miram buscar aprovação
da droga para que chegue às farmácias,
embora tenham ainda de ser conduzidas outras
duas fases de estudos, de grande porte, para
concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos
antes de obter aprovação das autoridades
competentes.
A despeito de estar ainda na
fase preliminar dos estudos, a equipe está
animada com os avanços. "Do que eu tenho
notícia, é o primeiro estudo rigoroso
conduzido com um medicamento herbal brasileiro
para câncer", diz Del Giglio. "Está
todo mundo muito entusiasmado justamente por
conta disso."
O trabalho está sendo
conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma
Consulting, com sede em São Paulo. |